Como conteúdo copiado pode destruir seu site

Uma ilusão comum entre proprietários de sites é que basta construir um site, divulgar para alguns conhecidos e, pronto, todos começarão a falar e acessar diretamente o novo endereço, desde que o conteúdo seja bom. Como consequência, basta pegar um conteúdo já pronto na internet, de preferência de bons portais de notícias, que o público estará engajado e voltará sempre.

Tudo isso é mito: em primeiro lugar porque há milhões de sites na internet. Usuários formam hábitos. Eles acessam o Facebook para visualizar atualizações de seus amigos, ler notícias, buscam no Google e acessam determinados sites especializados para se informarem. Uma boa estratégia de promoção de um site na internet precisa, necessariamente, visar os dois primeiros comportamentos para construir o terceiro, algo que leva tempo e precisa ser feito da maneira correta. Seu site precisa se destacar na multidão.

O segundo mito é aquele do conteúdo copiado: de fato, tem conteúdo muito bom por aí. Se você pudesse colocar em seu site sem gerar problemas adicionais, os resultados poderiam ser bons. Mas não é isso que acontece.

Google não gosta de conteúdo copiado. Nem Bing. Nem nenhum buscador.

Para praticamente qualquer site na rede, principalmente aqueles mais novos ou que estejam começando a produzir conteúdo agora, o Google é o grande gerador de tráfego. É lá que você deve estar. E eles tem uma política bastante rigorosa em relação a conteúdo copiado.

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Pense como um buscador: seria interessante oferecer para seus usuários, entre os resultados de busca, 10 resultados de conteúdo absolutamente igual? Pois é. Uma vez que a fonte original esteja classificada, por que o Google mostraria sua página? Não só isso. Se você faz isso sempre, o Google vê seu site como um mero reprodutor de informação. Seu site pode até ser banido dos mecanismos de busca. Isso é péssimo para captar clientes, não é mesmo?

Para ser penalizado no Google, não precisa nem ter uma cópia substancial. Pequenos parágrafos reescritos de sites autoritativos, deixados muito similares, já causam problema quando muitos dos textos em seu site apresentam este comportamento.

Ah, e não é só no orgânico não. Se você usar conteúdo plagiado como base para anúncio, você também está violando as políticas do Adwords. Você pode ser impedido de anunciar seu próprio negócio.

Problemas legais

Ok, seu objetivo pode não ser Google. Pode ser Facebook, que (ainda) não tem um filtro para conteúdo duplicado. Plágio, contudo, é um crime previsto em lei. Mesmo que sua empresa escape de um processo na justiça, isso já serve como base para remover sua página ou postagens do Facebook e outras redes sociais.

Sem contar a possível exposição negativa de sua marca. Quem ver uma denúncia, vai pensar que seus produtos e serviços também são ruins. Não é o tipo de exposição ideal para uma empresa.

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Como ter certeza de que o conteúdo não foi plagiado?

Você precisa ser profissional na produção de conteúdo. No mínimo, utilizar um serviço como Copyscape ou uma empresa especializada, como a Conteúdo sob Demanda, que faz a checagem automática em cada texto.

Não basta contratar um bom jornalista ou, pior ainda, alguns estagiários para fazer a produção de seu conteúdo. Se há terceiros produzindo textos para seu site, é necessário que toda peça seja submetida a uma análise anti-plágio. Acredite, mesmo os melhores profissionais copiam, às vezes.

Também é preciso saber interpretar a saída do software anti-plágio. Um trecho como “Instituto Brasileiro de Checagem Anti-cópia e Anti-plagiarismo”, por exemplo, se for de um órgão famoso, será detectado, mas deve ser ignorado. A Conteúdo sob Demanda usa softwares internos para esse tipo de exceção.

Há textos que citam legislação com bons rankings. Quanto de cópia é aceitável?

Difícil dizer qual o nível aceitável, mas 5% de similaridade a outro texto, para um assunto que não seja novo, é algo seguro. Em textos realmente grandes, acima de 2.000 palavras originais, pode-se ter um nível maior, embora sempre exista o risco de alguma atualização de algoritmo reavaliar.

Um exemplo são textos que citam trechos de legislação. Vemos casos em que até 50% de texto copiado são aceitáveis se há, pelo menos, 2.000 palavras originais (ou seja, o texto, no total, tem cerca de 4.000 palavras). Para textos menores, a tolerância é certamente mais baixa.

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Combinar vários trechos copiados também não é boa prática. Além de ser fácil para um buscador detectar, é uma técnica de manipulação de rankings de busca antiga e já bastante manjada. Sem uma boa porcentagem de conteúdo original, sua página não tem grandes chances.

Por fim, há empresas que escapam. Continuam com ranking para a home e alguns produtos e serviços, mas seções inteiras banidas ou penalizadas. De qualquer forma, ninguém escapa ileso disso.

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