Marketing de conteúdo – para que serve

O marketing de conteúdo está em voga. E não é por acaso. Não são raras as empresas que se veem positivamente surpresas com os resultados obtidos quando se segue uma estratégia consistente de conteúdo. Estratégia que, se bem executada, pode derrubar vertiginosamente os custos de aquisição de clientes e expor as marcas para dezenas a centenas de milhares de compradores, todos os meses.

A ascensão deste tipo de marketing se deve a uma conjuntura de fatores que, enquanto independentes entre si, convergem para esta solução única de marketing. São eles:

  • diminuição da atenção dada a peças publicitárias pelo público em geral, que assiste menos TV, lê menos jornal e não atende ligações de televendas;
  • ascensão das redes sociais, perante um público que compartilha, curte e comenta o que é divulgado, aumentando a exposição orgânica (não-paga) de conteúdos nestas redes;
  • aumento do custo por clique (CPC) em buscadores para as palavras-chave que produzem maior tráfego ou conversão.

Basicamente, com conteúdo, as empresas podem atingir seu público-alvo no lugar e momento em que estes estiverem inclinados a receber a mensagem publicitária. Trata-se, no fundo, de explorar um conceito criado por Seth Godin, o Marketing de Permissão.

No entanto, esta é uma definição que não abarca todas as possibilidades que a produção de conteúdo pode oferecer.

Existem diversos tipos e finalidades para conteúdo

O conteúdo pode assumir diversos formatos, como texto, imagem, vídeo ou mesmo aplicativo para celular, jogo, etc.

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Mais importante que o formato, contudo, é o objetivo do conteúdo. A produção da peça pode:

  • servir para focar em um determinado problema dos potenciais clientes para, então, no meio do conteúdo, oferecer como solução (ou parte dela) o produto da empresa, como gancho para venda;
  • tornar a empresa uma fonte de notícias e informações para o setor, tornando-a referência na área e aquela em que os clientes pensam primeiro quando querem contratar um produto ou serviço;
  • construir uma lista para e-mail marketing;
  • gerar visitação do público-alvo para aumentar a penetração de campanhas de remarketing;
  • construir páginas e tópicos que sirvam para atrair links e compartilhamentos, para melhorar os resultados da empresa nos buscadores e aumentar seus seguidores em redes sociais;
  • e muitos outros.

Uma peça pode ter um ou mais objetivos. No entanto, para ser efetiva, não pode ser simplesmente aleatória ou trazer público irrelevante. É preciso que cada conteúdo seja pensado e elaborado para cada público-alvo, para atrair, converter, gerar negócios, que é o que realmente importa.

É importante ressaltar que, embora seja uma estratégia de marketing, de propaganda, o conteúdo não deve ser construído como tal. O foco no caráter informativo ou mesmo de entretenimento (quando este for relevante para a empresa), deve ser mantido em cada peça.

Na Conteúdo sob Demanda, temos clientes que tiveram suas visitas aumentadas em quatro vezes e o número de leads duplicados, tudo isso enquanto o CPC baixou 90%.É este tipo de resultado que sua empresa pode experimentar.

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