Por que preciso pagar para promover o conteúdo?

Você já ouviu falar que conteúdo de qualidade gera compartilhamentos e aparece bem no Google, certo? Pois é, é isso mesmo que acontece. Não só aparece bem como converte mais leads e compartilhamento. E tudo isso sem você precisar tirar um único centavo adicional do bolso (o chamado resultado orgânico). Maravilhoso não?

Com certeza. Mas devo alertá-lo de que não há milagres. Faço isso por uma questão ética. A Conteúdo sob Demanda produz conteúdo de qualidade para este fim. Mas, principalmente, nós precisamos gerar resultados para nossos clientes. Precisamos informá-los de todos os custos envolvidos para que o gasto se justifique e o conteúdo atinja seu principal objetivo: aumentar o faturamento de sua empresa.

Já ouviu falar de SEO? A tão falada “otimização para buscadores” é importante para atingir tais resultados orgânicos. Também ajuda muito ter uma página no Facebook com dezenas de milhares de seguidores, ávidos por novidades e por compartilhar seu conteúdo tão útil. Mas vou perguntar uma coisa? Você está disposto a pagar qualquer preço por isso? Sua empresa pode esperar três, seis meses, doze, dezoito meses até que os resultados apareçam?

Tendo a acreditar que a resposta é não. E provavelmente você não seria nosso cliente por tanto tempo com tanta demora para produzir resultados. Precisamos, nós e sua empresa, gerar resultados rapidamente.

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A verdade é que cada vez mais é preciso pagar para aparecer

Não existe almoço grátis. Quer você decida promover seu negócio por práticas chamadas de “link building” (obtenção de menções externas, na forma de links, para seu site), quer você decida anunciar no Google Adwords, a verdade é que tais tarefas tem seu custo. Em tempo ou em dinheiro, mas ainda tem um custo.

Um exemplo muito claro disso é o próprio caso do Facebook. Várias empresas investiram consideráveis somas para construir páginas com milhares de curtidas. No entanto, uma atualização do algoritmo EdgeRank do Face (um software que determina que as pessoas verão determinadas atualizações com base em afinidade), fez com que muitas dessas empresas descobrissem, da noite para o dia, que seu conteúdo não era visualizado por uma parcela significativa de seus seguidores. Pois é. Até saiu no New York Times. E atingiu todas as maiores fan pages do mundo.

O caso do Google é um pouco mais sutil, mas ainda ilustra bem tal realidade. Cada vez mais as pessoas buscam em smartphones. E sua tela pequena reforçou uma tendência que o gigante de buscas já vinha, aos poucos, introduzindo no ambiente desktop: a parte de cima da tela é, cada vez mais, tomada por anúncios, mapas, informações extraídas da web (chamadas de knowledge graph) e outros itens.

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Quer um exemplo? Imagine se você está em primeiro lugar na busca orgânica para “escola de inglês” em sua cidade. Apesar de ser um resultado local, é algo que requer um considerável investimento de tempo (e/ou dinheiro) para atingir. Mas é bom, certo? Veja abaixo e tire suas próprias conclusões:

  • a primeira tela, onde os usuários verão sua empresa:

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  • Se o usuário chegar à segunda tela, pode ter certeza de que sua visibilidade será menor:

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  • O "primeiro lugar no Google" está lá embaixo, na terceira tela. Será que muita gente vê a terceira tela?

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E que tal uma pesquisa específica e bem comercial, em inglês?

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Notou as “definições da web”? E o artigo da Wikipedia ali? Quanto tempo e dinheiro é necessário para tirá-lo daquele primeiro lugar do ranking? E ainda cabe a pergunta: vale a pena? Não acaba sendo mais efetivo e barato comprar anúncios? Tratamos disso em nosso próximo artigo.

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